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PMNO e Coden dão início à última etapa do Interceptor de Esgoto do Ribeirão Quilombo

06/03/2012 Por pepe

Já está em andamento a construção do trecho final do Interceptor de Esgoto do Ribeirão Quilombo, última etapa da tubulação de grande diâmetro que vai receber o esgoto doméstico produzido pelas populações dos bairros urbanos de Nova Odessa e que vai levar estes dejetos até a ETE (Estação de Tratamento de Esgoto) Quilombo, que se encontra em fase final de obras.

O trecho final trata-se de mais uma obra do Plano Diretor de Esgotamento Sanitário, executada pela Prefeitura Municipal e paga em parte com recursos de um convênio do Município com o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) 1, do Governo Federal. O custo total do investimento, incluindo a contrapartida da Prefeitura, ficou em R$ 2.557.598,00.

O Interceptor, instalado ao longo da margem esquerda do Ribeirão Quilombo, recebe as pontas dos Coletores Tronco que margeiam os sete córregos da cidade. Incluindo este trecho final em obras, a extensão total do Interceptor será de aproximadamente 8,6 quilômetros.

Trecho final

O trecho final possui 2.157 metros e liga a “ponta” da extensão já finalizada do Interceptor, atualmente localizada nas proximidades da ponte metálica do antigo Matadouro do IZ (Instituto de Zootecnia), à ETE Quilombo, que fica próxima à divisa com Americana, no ponto mais baixo da cidade.

O Interceptor é constituído por tubos de concreto armado de 1,2 metro de diâmetro, assentados sob uma base especialmente preparada devido ao tipo de terreno, bastante “mole” e alagadiço. O contrato prevê que a obra esteja concluída no máximo até o final do ano, mas ela deve terminar antes. O investimento da Prefeitura no trecho final do Interceptor é de R$ 2.256.607,00.

A obra foi vistoriada esta semana pelo engenheiro da Prefeitura, Arlindo Donato dos Santos, assessor adjunto de Obras e Serviços Urbanos e gestor do contrato. A equipe técnica da Coden também acompanha os serviços, pois a Coden atua como órgão interveniente executor da obra.

Segundo Santos, a ordem de serviço foi expedida em 2 de janeiro, mas a obra só pôde começar nas semanas seguintes devido às intensas chuvas do início do ano. “É um local que, se chover, não tem nem condição de entrar. A instalação dos tubos começa sempre de trás para frente, ou seja, da ETE Quilombo em direção à ponte do IZ. Durante as chuvas de janeiro, a área onde a obra começa ficou alagada, então não era possível ao topógrafo fazer as demarcações corretas no terreno. Tivemos que esperar secar”, explicou o engenheiro.

Emissário

Através do mesmo contrato, a empresa vencedora da licitação, a DRR, também vai construir o Emissário Final de Esgoto, tubulação de 197 metros que vai levar o efluente já tratado da ETE Quilombo de volta ao leito do ribeirão. Neste caso, como o volume de efluentes tratados é menor do que o esgoto que chega à ETE, são utilizados tubos de concreto armado de 60 centímetros de diâmetro. O investimento no emissário é de R$ 300.991,00.

Investimento total

Já o investimento total da Prefeitura, Coden (Companhia de Desenvolvimento) e parceiros na instalação dessas grandes tubulações de esgoto e na própria ETE Quilombo deve ficar próximo a R$ 24 milhões, tornando o Plano Diretor de Esgotamento Sanitário a maior obra pública da história da cidade.

Apenas na 1ª etapa da ETE Quilombo, que terá capacidade inicial para tratar o esgoto de 50 mil habitantes com eficiência mínima de 96% na redução de dejetos, estão sendo investidos R$ 11,6 milhões – boa parte em recursos do PAC. O restante do investimento está sendo aplicado na construção dos coletores tronco dos córregos e no Interceptor.


 

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